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É uma vida... Uma vida para ser vivida Vida para se respirar a liberdade Libertar-se do mesquinho Mergulhar no infinito que nos rodeia Então, a imensidão é o meu lugar Sempre foi... E sempre será.
Daqui do alto, luzes pequenas Longínquas na noite Mesmo assim percebi você Passeando na cidade Tentou se esconder no meio dela Mas você sabe onde posso te encontrar... Não se importa, no fundo Quer que te encontre
Sim, eu te vi Eu posso ficar aqui Sonhar com você Fazê-lo feliz Até que de ti surjam asas E voarás para fora, para longe Para longe de ti Só assim sairás da tua escuridão Basta que feche os seus olhos E sinta esse momento
Não... Não tenha medo Não tenha medo de cair E se cair Encontrarás o meu peito Não tenha medo É assim mesmo Essa lua que agora surge Imensa no breu
Essa música que você ouve agora É sua... Ela sempre foi sua Sai de dentro de ti Sai da tua janela E percebe que a noite Já não é mais tão longa assim Você diz que agora ela passa rápido Sim, passa rápido... Eu sei É assim mesmo
Lá fora cai a chuva E na noite, você me abraça Posso ficar aqui Posso sentir as suas asas Sentir que você voa Voa pra dentro de mim
Mas não... Não tenha medo Não tenha medo de cair E se cair Encontrarás o meu peito Mas... Você já não tem mais medo
Vivo como se amanhã Fosse o dia da partida Partida não de mim Mas das coisas Sem raizes... Fugidias A vida é a minha plataforma De chegadas e partidas De encontros, despedidas De dores e alegrias De saudades desmedidas... Faço de mim uma grande via Uma via larga de idas e Vidas
(Mulher em Frente ao Espelho- 1932- Pablo Picasso) Em meio a perfeita combinação de cores, Picasso parece promover todo um erotismo subjacente revelado nas curvas e nas formas arredondadas da moça.
Poesia em Si Cultural
"A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte "
Uma obra artística, atemporal e muitíssimo interessante que envolve um aspecto muito apreciado pelos artistas plásticos: a temática do espelho. Dentre as muitas obras que abordam tal assunto temos: “As meninas de Velásquez ” ; “Casal Arnolfini”, de Jan Van Eyck, cujo espelho de um rosário situado na parede, ao fundo da imagem do casal, parece revelar um outro enigma interesante a ser analisado.
Na literatura tal temática é verificado em "Mirror", de Sylvia Plathy, e no conto “ O Espelho”, de Machado de Assis, em que a alma humana é impingida por um caráter alienador na tentativa de viver longe, fora de si: “ Nada menos de duas almas. Cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para dentro... A alma exterior pode ser um espírito, um fluído, um homem, muitos homens, um objeto, uma operação”. Nesta obra, uma grande ambigüidade é tratada e analisada pelo autor ao que se refere à alma e o poder de ser ela própria ou assumir a máscara alienante do "outro".
Ao que tange a imagem feminina na obra "Mulher em frente ao Espelho", nos permite, dentre outras possibilidades, interpretar a imensidão da sensibilidade da mulher do nosso século em lidar com as adversidades da vida através de um reinventar constante de seu coração, de seus espelhos da alma. Espelhos que ela guarda somente para si e que revelam ânsias, frustrações, angústias e medos que não condiz com sua alma sensível, estando ela em plena contradição com o sistema sufocante a qual se encontra a mulher. Para tanto, muitas das vezes, utiliza-se de máscaras para vivenciar dentro de si vidas alheias numa só.
Sinta-se à vontade
Entre, sente e se acomode. A casa é novinha, decorada com quadros de poesias. Tem cheirinho de jasmim nas pétalas de cada palavra aqui escrita. As janelas são enfeitadas com violetas e estão sempre abertas para entrar o ar puro do lirismo e da reflexão sobre a vida. Então, descanse um pouquinho e sinta-se à vontade. E quando quiser volte sempre! Você é bem-vindo!
Cantinho do Poeta
Para vocês que visitam o blog,
Deixo-lhes um beijo e uma flor.
Não as de espinhos,
Mas aquelas sem dor... Multicor. Como as flores do campo:
Coloridas e vivas... Sem pranto. (Si.)
O gato é uma maquininha
que a natureza inventou,
tem pelo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso ele faz ron-ron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ron-ron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem,
despeito, calúnias
contra o bichinho:
esse ron-ron em seu peito
não é doença - é carinho.
Em homenagem a Maukie, o meu bichano no blog!
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